Exame digitado na mão
Resultado por resultado, paciente por paciente. Tempo de consultório gasto como digitador.
Abra o protocolo inteiro: substância, dose, diluente, volume, tempo, de onde cada informação veio e se aquele produto tem registro ativo na Anvisa. Você escolhe o que serve, monta a ficha do paciente e assina. A indicação é sua — o sistema organiza, não decide.
| Exame | Valor lido | Faixa do laudo | |
|---|---|---|---|
| Vitamina D | 18 ng/mL | 30 a 100 | Conferido |
| Vitamina B12 | 210 pg/mL | 197 a 771 | Conferido |
| Ferritina | ? ng/mL | ler de novo | Rever |
Resultado por resultado, paciente por paciente. Tempo de consultório gasto como digitador.
O que vai na mesma bolsa, em quanto de soro, em quanto tempo. Um descuido e o risco é do paciente e seu.
Doze semanas de cronograma, dieta e exercício escritos de novo para cada pessoa — e a dúvida, toda vez, se aquele frasco ainda tem registro.
PDF do laboratório ou foto do papel, junto com a ficha e a bioimpedância do paciente.
O sistema lê e mostra ao lado do original. Você confirma ou corrige. Nada é usado sem conferência.
O protocolo aparece inteiro, com a referência de cada item e a situação na Anvisa. Quem escolhe o que serve é você.
O sistema organiza as 12 semanas com o que você escolheu. Sai em PDF com a identidade da sua clínica.
Os protocolos de reposição já vêm montados, sob responsabilidade técnica de médico, e você vê o protocolo por inteiro — não um resumo: substância, dose, diluente, volume, tempo e a referência de onde cada informação saiu. Cada substância é cruzada com a base pública de medicamentos registrados da Anvisa, que o sistema atualiza sozinho.
Fonte: Anvisa — Dados Abertos, Medicamentos Registrados no Brasil (dados.anvisa.gov.br). Extração em 20/09/2026. O registro é do produto: nenhuma agência aprova a mistura em si, e quem responde por ela é quem prescreve. Reposição se destina a deficiência clinicamente diagnosticada, sob indicação médica.
R$ 249 por mês, por profissional
1 dia grátis para testar antes da primeira cobrança
Não, e isso é decisão de projeto, não limitação. A biblioteca aparece inteira, com a árvore de decisão à vista, e quem escolhe é você. Ferramenta que seleciona conduta a partir dos dados do paciente é tratada como dispositivo médico pela Anvisa e precisa de regularização antes de ser vendida. Preferimos entregar hoje uma referência sólida, de consulta, enquanto esse caminho é percorrido com consultor regulatório.
Duas coisas, nenhuma clínica: lê os exames que você envia e transforma em valores para a sua conferência, e organiza em texto o que você escolheu. Ela não indica conduta, não escolhe protocolo e não inventa dose. Cada uso fica registrado, como pede a Resolução CFM 2.454/2026.
Não. A biblioteca de protocolos de reposição já vem montada, sob responsabilidade técnica de médico, com a referência de cada item à vista. Você abre, lê o protocolo por inteiro, adota o que servir e ajusta ao seu jeito — a partir daí aquele protocolo é seu. Cadastrar do zero é opção, não obrigação.
De fonte citada: bula do produto, diretriz ou literatura, sempre indicada ao lado de cada item, com a data da revisão. Nada vem de palpite da inteligência artificial — ela redige o texto, nunca inventa dose, diluição ou mistura. Quando falta dado de segurança sobre combinar duas substâncias, o sistema bloqueia em vez de arriscar.
Ele cruza cada item com a base pública de medicamentos registrados da Anvisa e mostra o número do registro, o fabricante e se está ativo, com a data da extração. É por isso que substância sem registro aparece marcada — a Anvisa publicou em julho de 2026 que os peptídeos mais usados em consultório não têm registro em categoria nenhuma. O registro é do produto: nenhuma agência aprova a mistura em si, e quem responde por ela é quem prescreve.
Não. Você envia o PDF do laboratório ou uma foto. O sistema lê os valores e mostra ao lado do original para você conferir ou corrigir.
São seus. Você é o controlador e nós somos o operador, como prevê a LGPD. O paciente segue sem identificação para a inteligência artificial, e tudo o que é feito fica registrado em trilha de auditoria.
O sistema foi desenhado em cima da Resolução CFM 2.454/2026: a IA é ferramenta de apoio, o médico decide, o uso fica registrado no prontuário e o paciente pode ser informado e recusar.
Pode, sozinho, na área da sua conta. Seus dados continuam disponíveis para consulta e exportação.